FO#@-$3, PANDEMIA!

CRÔNICAS SOBRE O QUE APRENDEMOS COM A FDP DA CONVID-19

Não sei de você, mas eu estou farto, de saco cheio desse coronavírus! Só não lhe esfrego a mão na cara porque seria ridículo eu ter que passar álcool gel antes. Mas mais raiva tenho dos meus colegas homo sapiens. Como a gente deixou chegar a isso? A nossa falta de noção, da escolha dos nossos dirigentes aos diários desafios suicidas ao Covid-19, quase me fez perder as esperanças na Humanidade. Quase! Porque essa espécie tem uma capacidade de resiliência proporcional à sua estupidez e, aos trancos e barrancos, acaba por aprender algo. Não é um pleno consolo, mas é o suficiente para diminuir a indignação e a angústia que sinto neste momento. Como válvula de escape, esta coletânea de crônicas e contos mal-humorados, envolvendo tecnologia, educação, comunicação e cia., e que é, paradoxalmente, uma reflexão para insistir em tentarmos aprender algo com tudo isso. Nem que seja retornar aquilo que fez sapiens o homo: um olhar crítico e a construção de conhecimento a partir de nossas próprias bobagens.

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José Dias Paschoal Neto – Jornalista e Professor

Qual sua reação ao título do livro? A mim, no primeiro momento, causou certo desconforto. Uma estranha sensação de virulência também no título. Quase um desrespeito frente à tragédia. Mas conheço o Cláudio e tinha a certeza de que a expressão era reflexo de um espírito crítico e uma alma generosa.  Comprovação que veio já na leitura da dedicatória: às vítimas e suas famílias e a convicção de que “boa parte desse sofrimento poderia ter sido evitado se tivéssemos governantes melhores”. Mais do que uma coletânea de crônicas do autor sobre a pandemia, o livro é um olhar sobre nós mesmos e tudo que estamos aprendendo com o vírus que parou o mundo, “ou pelo menos, deu uma freada brusca”. A ordem cronológica nos faz relembrar cada uma das fases vivenciadas ao longo do ano. O texto fácil e a leitura fluente caracterizam uma obra leve, mas complexa. Como jornalista, Cláudio apresenta dados e fontes. Como pesquisador, embasa cientificamente suas afirmações e contextualiza as opiniões de forma clara e precisa. Como professor, compartilha a superação dele e dos colegas, “heróis”, que se apropriaram das tecnologias para assegurar o ano letivo de seus alunos. Como educador, reflete sobre o futuro da Educação.  E para completar, como bom mineiro, liberou seu DNA poético em “contos pandêmicos”, nos quais também expõe seu lado trekker, “um nerd que gosta de Jornada nas Estrelas”. Em tempos de tantas incertezas, este livro reafirma a esperança na humanidade, nas palavras finais do autor, “que a pandemia nos deixe de legado um olhar mais social para o uso da tecnologia, a começar por aquela que auxilia os menos assistidos”. Boa leitura e reflexão!

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Imagem de johnnyjohnson20430 por Pixabay

Mãe Natureza

Um verdadeiro manual de como tratar criança teimosa, narcisista e metida.

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Deus

Está cheio de piadinhas sobre Minha Pessoa, mas depois me acerto com o autor...

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Gutenberg

Primeiro livro onde o título é interativo. Fiquei com uma boa impressão.

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Crônicas

  • Coronavírus, Criatividade e Tecnologia: a dureza da insignificância humana

  • As apostas pós-Apocalipse: como o coronavírus vai nos deixar?

  • Entre bois, tigres e pinguins: consumismo e a corrida ao supermercado

  • Coronavírus enterra a Revolução Industrial e arremata a terceirização final: a do indivíduo

  • A tragédia da Covid-19 é, sim, nossa culpa!

  • TV: dispensem o velório, porque o morto deu sinal de vida!

  • Estatísticas deveriam ser afrodisíacas, e não anestesias

  • Educadores também são heróis e podem nos mostrar uma nova EaD

  • É preciso falar sobre o 5G

  • (Des) Ligue a câmera ou troque o abraço por uma careta!

  • Quem quer viver para sempre?

  • Socorro: vem aí a Educação Pós-Verdade!

  • Telemedicina: ah, agora é legal, né?

  • Sem palavras, mas com muito o que pensar...

  • Tantos nós e todos nós!

  • Paremos de dizer que Professor não gosta de tecnologia!

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Contos Pandêmicos

  • A Chegada

  • A Jornada da História

  • Piadas Tristes

  • A aposta ou de quem é a culpa?

  • Fábula da Humanidade.

 

Cláudio Magalhães

jornalista, professor universitário e pesquisador social, doutor em Educação, mestre em Comunicação Social, especialista em Administração Mercadológica, Fundador (2000), vice-presidente (2000-2008) e presidente (2008-2012) da ABTU – Associação Brasileira de Televisão Universitária e Editor da Revista ABTU – TV Universitária + TV Pública. Coordenador do NERD – Núcleo de Estudos da Realidade Digital. Pesquisador Social nas áreas de tecnologia e humanidades, uso de TIC em educação, comportamento e comunicação social.

Outros Livros Publicados:

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Capa TV Universitária e Sustentabilidade
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